não é? É um espaço aberto a todos e tem como objectivo a partilha... A partilha de ideias, de conhecimentos, de experiências, de momentos... E não é que contamos contigo?!...
20 abril, 2010
E se beber... conduz?
TAC Campaign
20 year Anniversary retrospective montage
"Everybody Hurts" music by REM
Infelizmente, a maior parte das vezes, pensamos que só acontece aos outros... não é?
11 abril, 2010
Pavimento Piezoeléctrico
PIZO, Pavimento Piezoeléctrico
Princípio de Funcionamento
Mecanismo de geração eléctrica
Fonte [@]
A procura de novas fontes de energia e formas de aproveitamento energético são uma constante nos dias que correm e foi nesse âmbito que surgiu a motivação de desenvolver um sistema de captação da energia gerada pelo Homem, sempre que este se movimenta ao longo de uma superfície, sem que seja necessário exercer um esforço adicional. Foi assim desenvolvido o projecto de um pavimento piezoeléctrico que conduziu à construção de um protótipo em miniatura, o PIZO.
Princípio de Funcionamento
O sistema de captação de energia irá servir-se das propriedades dos materiais piezoeléctricos, tendo como base o efeito piezoeléctrico directo. As pessoas ao caminharem sobre o pavimento exercem pressão, comprimindo e flectindo o piso, fazendo com que os materiais piezoeléctricos gerem energia eléctrica. Esta energia pode então ser armazenada em baterias, possibilitando o accionamento de diversos sistemas eléctricos e electrónicos.
Mecanismo de geração eléctrica
O mecanismo de geração eléctrica é composto por um sistema de oscilação vertical controlada (cilindro, haste e mola) que garantem um movimento vertical uniforme, limitam o grau de oscilação e suportam o peso de quem caminha sobre a superfície, sem lhes gerar incómodo.
Com o objectivo de produzir mais energia, os geradores piezoeléctricos necessitam de ser sobrepostos e ainda, de serem flectidos e vibrar ou oscilar durante o maior tempo possível. Para isso é necessário que exista um suporte para todos os geradores e um dispositivo capaz de os flectir e por isso, considerou-se no protótipo um conjunto de blocos de encastramento e um pistão oscilador.
Automóveis e peões podem gerar energia
Israelitas desenvolvem nova fonte energética que aproveita o tráfego
O movimento de automóveis, comboios, aviões, a aterrar ou a descola, e de peões a andar, a dançar ou a saltar... pode ser convertido em electricidade, uma solução que vem revolucionar o capítulo das energias renováveis.
A empresa israelita Innowattech, afiliada no Instituto de Tecnologia Technion, instalado a norte de Israel, desenvolveu um sistema energético alternativo que capta a energia mecânica do movimento nas auto-estradas, nos caminhos de ferro, nos aeroportos e nos passeios pedonais, e o converte em electricidade. É tanto mais eficaz quanto mais intenso for o tráfego.
O segredo do projecto reside nos geradores, designados por "geradores piezoeléctricos", também desenvolvidos pela Innowattech, que captam a energia do movimento. Para tal, estes dispositivos são colocados por baixo do asfalto ou dos carris ou das passadeiras, das pistas de dança ou das bancadas de um campo de futebol, onde os adeptos saltam intensamente.
Teresa Costa
17 março, 2010
O que queremos para os nossos filhos...
Talvez valha a pena pensar nisto... não é?
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16 março, 2010
13 fevereiro, 2010
05 fevereiro, 2010
Sleepbox: caixa para dormir...
Pequena caixa (2 m x 1,40 m x 2,30 m) para dormir.
Idealizada para estações de comboio, aeroportos, e outros locais públicos centrais.
Em países com um clima temperado poderá ser utilizada também nas ruas!!
Com a Sleepbox qualquer pessoa pode passar umas horas ou uma noite em segurança, a baixo custo.
A Sleepbox inclui uma cama, está equipada com um sistema de mudança automática de lençóis (!), sistema de ventilação, alerta sonoro, televisão LCD incorporada, WiFi, plataforma para um computador portátil e phones recarregáveis. Debaixo do chão há ainda um espaço para as malas.
O pagamento poderá ser feito em terminais partilhados, que dariam ao cliente uma chave electrónica, sendo possível comprar 15 minutos ou várias horas.
15 janeiro, 2010
06 janeiro, 2010
01 janeiro, 2010
Feliz 2010
Não conheço o autor da foto, não sei se é manipulada ou verdadeira... mas, mesmo assim, está muito bonita...
Que neste novo ano a Natureza nos sorria...
Que neste novo ano a Natureza nos sorria...
Feliz 2010!
14 dezembro, 2009
13 dezembro, 2009
04 dezembro, 2009
Rumo à África do Sul
Campeonato do Mundo de Futebol 2010
África do Sul

Portugal
4 Participações em mundiais
Melhor resultado: 3º lugar em 1966
5º classificado do Ranking FIFA
força portugal
Brasil
19 Participações em mundiais
Melhor resultado: vencedor em 1958, 1962, 1994 e 2002
2º classificado do Ranking FIFA
força portugal
Coreia do Norte
2 Participações em mundiais
Melhor resultado: quartos de final em 1966
84º classificado do Ranking FIFA
força portugal
Costa do Marfim
2 Participações em mundiais
Melhor resultado: 1ª fase
16º classificado do Ranking FIFA
Melhor resultado: 1ª fase
16º classificado do Ranking FIFA
07 novembro, 2009
Sem olhar para trás...
Comportamento...
não é?

Nós, homens, caminhamos pela face da Terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola á frente e outra a trás. Na sacola da frente levamos as nossas qualidades. Na sacola de trás guardamos todos os nossos defeitos.
Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos e seguem presas ao nosso peito. Ao mesmo tempo, reparamos, impiedosamente, nas costas do companheiro que caminha à nossa frente, olhando todos os defeitos que possui.
Julgamo-nos melhores do que ele... sem perceber que a pessoa que caminha atrás de nós pensa a mesma coisa a nosso respeito...
Talvez valha a pena pensar nisto... não é?
Gilberto Nucci
02 outubro, 2009
O infeliz!
Anda com uma cara... o infeliz!...
Vem isto a propósito das eleições legislativas... e continua com as autárquicas... o infeliz!...
Não é?!
11 setembro, 2009
11 de Setembro de 2009
Um artista indiano fez uma escultura de areia para lembrar os 8 anos dos ataques terroristas às Torres Gémeas de Nova York, nos EUA.
A obra foi feita numa praia de Puri, na Índia.
Novo destino para o plástico
Todos os dias somos confrontados com notícias sobre o aumento dos resíduos sólidos (é importante não esquecer que também produzimos resíduos, não é?), nomeadamente devido ao uso de plásticos (sacos, rolhas, garrafas...). Estes plásticos ficam na Natureza mais de 450 anos. As consequências são devastadoras para o ambiente: morte de aves, de tartarugas, de golfinhos... podendo entrar na nossa cadeia alimentar.
O que fazer?
No vídeo seguinte é apresentada uma solução.
10 setembro, 2009
25 agosto, 2009
Perigos da Internet
Neste mundo globalizado já nem pensamos nos perigos a que os nossos filhos estão sujeitos... não é?
30 julho, 2009
40 chicotadas por se ter vestido de forma "indecente"

"Uma jornalista sudanesa acusada de andar vestida de forma "indecente" - com calças - pode vir a ser condenada a 40 chicotadas, se for condenada por crime contra a ordem e moral pública no Sudão.
Lubna Ahmed al-Hussein (…) foi presa no início de Julho em Cartum, a capital do país, quando se encontrava no interior de um restaurante.
Os polícias pediram a todas as mulheres vestidas com calças para os acompanharem e, dois dias mais tarde, dez das 13 foram convocadas pela esquadra do centro da cidade onde tiveram de se deslocar para levar 10 chicotadas cada uma, disse a jornalista.
As outras três mulheres, entre elas Lubna Ahmed al-Hussein, foram acusadas de violar o artigo 152 do código penal sudanês, que prevê uma pena de 40 chicotadas para quem cometa um acto indecente, viole a moral pública ou vista roupas indecentes.
Contrariamente a outros países da região, as mulheres estão muito presentes na vida pública do Sudão, país maioritariamente muçulmano, mas algumas leis continuam a ser discriminatórias, denunciam as organizações de defesa dos Direitos do Homem." (DN)
não é?
não é?
Indecente, não é?
Não é fácil aceitar estas atitudes. Cá está mais um enorme choque cultural entre os países muçulmanos e o Ocidente... Se bem que, digo eu, estas atitudes discriminatórias deviam ser aplicadas no nosso país. Não, não tem nada a ver com as calças... nem com a falta delas...
não é?
Dei por mim a pensar, às vezes também faço isso, que se a nossa cultura permitisse "distribuir umas chibatadas" por alguns dos nossos políticos, por alguns dos nossos ilustres gestores e afins, talvez não se verificassem tantas cenas tristes na Assembleia da República - e fora dela - nem existessem os casos BPN, BPP, FREEPORT, e outros que tais... a lista continuaria... não é?
não é?
Mas já estou a ver... era preciso constituir comissões e mais comissões para decidirem quem daria as chibatadas... não é?
não é?

24 julho, 2009
Avaliar professores é fácil?
Editorial
Não! A avaliação de professores não é uma tarefa simples. Que o digam os supervisores que, durante décadas, promoveram a formação inicial e permanente dos nossos docentes. Para avaliar professores requerem-se características pessoais e profissionais especiais, para além de uma formação especializada e de centenas de horas de treino, dedicadas à observação de classes e ao registo e interpretação dos incidentes críticos aí prognosticados.
Cuidado com as ratoeiras! Quem foi preparado para avaliar alunos não está, apenas pelo exercício dessa função, automaticamente preparado para avaliar os seus colegas...
A avaliação de professores é uma tarefa complexa. Desde logo, requer um perfil específico do avaliador. Ou seja, nem todos os professores reúnem as condições para avaliarem. O avaliador terá que ser uma pessoa com conhecimentos especializados, com enorme sensibilidade, com capacidade analítica e de comunicação empática, com experiência de ensino e elevada responsabilidade social. Terá que ser um profissional que sabe prestar atenção, sabe escutar, sabe clarificar, sabe encorajar e ajudar a encontrar soluções, sabe dar opiniões, e que sabe ainda negociar, orientar, estabelecer critérios e assumir todo o risco das consequências da sua acção.
É necessário que domine com rigor as técnicas de registo e de observação de aulas, conheça as metodologias de treino de competências, os procedimentos de planeamento curricular, e as estratégias de promoção da reflexão crítica sobre o trabalho efectuado.
Escolher um avaliador obriga a uma selecção aturada, fundamentada, baseada em critérios de indiscutível mérito e, depois, a uma demorada formação específica e especializada. Para que uma avaliação tenha consequências, o avaliado não pode ter quaisquer dúvidas sobre o mérito do avaliador.
Avaliar é uma tarefa periscópica. O avaliador é chamado a pronunciar-se sobre inúmeros domínios sobre os quais se reflecte o pluridimensional acto de ensinar. Quando avalia, olha o professor sobre variadíssimos ângulos e prismas: aprecia o professor enquanto pessoa, como membro de uma comunidade profissional, como técnico qualificado na arte de ensinar e como especialista das matérias que ensina.
Por outras palavras o avaliador avalia o professor em vertentes tão diferenciadas quanto o são o seu ser, o seu saber e o seu saber fazer. Logo, o avaliador tem que estar atento a um grande número de variáveis que intervêm na função docente: variáveis de produto, de processo, de presságio, de carácter pessoal e profissional...
O avaliador recolhe elementos que permitam avaliar, e depois classificar, o professor enquanto tenta responder às seguintes questões: Onde ensina? O que é que ele ensina? Como é que ensina? O que aprendem os seus alunos? Como se auto avalia? Que capacidade tem para reformular a sua actuação? Com que profundidade domina as matérias que pretende ensinar?
O avaliador não trabalha com o professor apenas na sala de aula. Ele tem que apreender o modo como o professor se envolve com os seus alunos numa situação de classe, mas também como este se implica junto da comunidade escolar e na sociedade que envolve a escola. Porque trabalha com ele como profissional, mas também enquanto pessoa.
Formar um avaliador leva tempo, elevadas doses de paciência, muito treino e conhecimento especializado. A escolha de um avaliador não pode ser casual e, sobretudo, não pode depender de critérios político administrativos.
Porquê? Porque o avaliador tem que saber verificar não só o que os professores fazem, mas também como o fazem e, simultaneamente, garantir a melhoria da qualidade da sua intervenção na sala de aula, bem como a qualidade do produto, isto é, da aprendizagem dos alunos.
Por isso mesmo a avaliação de um professor não pode ser uma actividade episódica, pontual e descontinuada. A avaliação de um professor requer uma actividade continuada, porque importam mais as actividades de reformulação que venham a ser consideradas do que o simples diagnóstico da sua actual situação. A avaliação de um professor é então uma actividade projectada no futuro.
Avaliar um professor é, pois, dizíamos, uma tarefa muito, mesmo muito complexa. Simples, muito simples mesmo, é avaliar um ministro que pensa ser possível reduzir a avaliação dum professor a uma mera empreitada administrativa, compilada em duas páginas de panegíricos ou de recriminações.
João Ruivo
ruivo@rvj.pt
http://www.ensino.eu/home.html
ruivo@rvj.pt
http://www.ensino.eu/home.html
E tu... o que fazes?
Dez mil pessoas morrem todos os dias de fome e malnutrição.
não é?
O filme mostra uma parte esquecida da sociedade...
não é?
não é?
não é?
Por vezes também esquecemos, não é?
06 julho, 2009
01 julho, 2009
30 junho, 2009
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